Aliança: a base do casamento

casamento-2Em princípio, acreditamos que a base do casamento é o amor incondicional dos cônjuges. Aquele mesmo amor que os levou a prometerem fidelidade eterna na cerimônia de casamento. Mas, o amor que serviu para unir um ao outro não é suficiente para mantê-los unidos ante às futuras pressões da vida. Esse amor é fruto de uma ilusão que mantemos em relação àquela pessoa e é, em grande parte, fundamentado em uma troca de interesses: “se você fizer, eu faço”, “se você não fizer, eu não faço”. Por essa razão, vemos tantos casamentos desfeitos, tantas pessoas romperem as alianças logo que as expectativas criadas não são mais atendidas.

O amor muda a sua dimensão, tende a crescer gradualmente em nossos corações, mas, quando não conseguimos expressá-lo ou percebê-lo, somos machucados e machucamos também aqueles com quem convivemos. Certas pessoas acabam com seus casamentos porque não sentem mais que há amor, mas essa é uma atitude totalmente incorreta. Com o passar do tempo, certos sentimentos não morrem, mas vão ficando “congelados” e o amor que fica tende a não resistir às pressões.

O casamento deve ser baseado na palavra de Deus, pois ela nos capacita, motiva e renova em nossos corações o amor que procede d’Ele. Deus nos ensina em Sua palavra como um homem e uma mulher podem viver em plenitude no seu casamento, seguindo princípios básicos de aliança. Deus nos ama e não quebra a Sua aliança. Precisamos estar comprometidos com Sua Palavra, precisamos confiar que Ele é fiel para tratar dos nossos corações, mantendo firme a nossa aliança diante das situações que trazem dor. 

É o amor que também mantém os filhos e os pais se relacionando com prazer e alegria. Ele é a base para uma vida feliz. Quando os filhos chegam à adolescência e começam a questionar o modelo dos pais, é o momento em que estes precisam estar bem alicerçados e estruturados no amor.