Nunca é tarde para crescer em Cristo

A Palavra de Deus é vida, alimento para a alma, para o espírito e para o corpo, semente para ser plantada na terra fértil do coração.

“Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino.” (I Coríntios 13: 11)

É maravilhoso ver que Paulo não estava simplesmente nos exortando, mas exortava a si próprio. Paulo se converteu e conheceu Jesus na idade adulta. Quando ele falou de si como menino, falava sobre a sua idade espiritual no andar com Deus.

Quando começamos nossa caminhada com Deus, nos tornamos crianças. Todavia, temos dificuldade de crescer e deixar que o Espírito Santo nos leve a novas fases. Quando temos a coragem de crescer é porque desistimos das coisas próprias de criança. Essa é uma decisão que deve ser tomada (não apenas sentida) e vigiada para que não voltemos a ter atitudes e comportamentos infantis. As mudanças em nossas vidas não acontecem quando pensamos que vão acontecer, mas nos pegam de surpresa quando agimos diferentemente de como costumávamos agir.

“Samuel ministrava perante o Senhor, sendo ainda menino, vestido de uma estola sacerdotal de linho.” (I Samuel 2: 18)

O sentido de menino nesse verso é cronológico, diferente do sentido empregado por Paulo na carta aos Coríntios, que é emocional ou espiritual.

Estudando a vida dos grandes homens de Deus, que mudaram a história do mundo, constatamos que mais de 50% deles se converteram na infância ou adolescência. Cerca de 20% se converteram entre 20 e 30 anos. Somente 7% se converteram depois dos 30 anos, pois o coração está mais endurecido. Os pais de jovens, crianças e adolescentes, não precisam ter medo que seus filhos frequentem a igreja ou as células. Tenham cuidado e temor quando os filhos não quiserem frequentar a igreja e estiverem envolvidos com o mundo.

“Sua mãe lhe fazia uma túnica pequena e, de ano em ano, lhe trazia quando, com seu marido, subia a oferecer o sacrifício anual.” ( I Samuel 2: 19)

Ana, mãe de Samuel, foi corajosa para cumprir seu voto e oferecer seu filho ao Senhor. O cumprimento do voto demonstra sua maturidade emocional. Ana era emocionalmente adulta. E você? Tem exercido a sua inteligência emocional? Pense nisso!