As escolhas que fazemos que confirmam o nosso propósito de vida

O fato de o ser humano estar se afastando mais de Deus e perdendo sua verdadeira identidade, o tem levado à busca incessante de coisas para preencher algo que não é palpável. Mas, a verdade é que não precisamos de coisas para sermos felizes. A felicidade não está vinculada ao que as pessoas possuem, pois, nesse caso, os países de primeiro mundo teriam os cidadãos mais felizes, e isso não acontece. 

Por exemplo, na Suíça o nível de vida é alto, mas o número de suicídios é assustador. Ter algo não é sinônimo de felicidade. O que nos faz felizes são as escolhas excelentes que podemos fazer todos os dias. Por isso podemos afirmar que nas escolhas que fazemos confirmamos ou não o nosso propósito de vida.

Escolhas não são boas ou ruins, simplesmente elas trazem consequências. Por isso o processo de escolhas envolve sabedoria e maturidade. Por exemplo, uma criança não pode meramente dizer que não vai mais à escola. Essa escolha não lhe pertence ainda. Quando ela terminar o ensino médio ela poderá, talvez, decidir se vai para a universidade ou não.

Se você quiser manter o seu peso ou diminuí-lo terá de fazer escolhas que, talvez, não sejam fáceis. Parar de comer as coisas de que gosta não é uma escolha fácil, contudo, é uma escolha consciente que trará resultados futuros. O problema é que a nossa geração faz escolhas pensando apenas no presente, no agora. Por isso se livrar do excesso de peso é tão difícil. Queremos satisfação e prazer imediatos e, por esse motivo, as drogas, os vícios, os jogos e o sexo ilícito são tão populares entre os jovens.